domingo, outubro 25, 2009

Pedro, o amigão da foto aí, acima, foi o piloto real de nossa viagem, enquanto Hélia e eu, atuávamos como pilotos virtuais. Na verdade, Hélia, "a grande Hélinha", era o nosso navegador GPS...sempre com um mapa no colo e a paciência para comandar as direções!...
Pois bem, Pedro, além de dirigir muito bem, também gosta de escrever. Enviou-me um texto sobre a nossa viagem, do qual extrai alguns trechos que reproduzo a seguir:
Quando se fala em Romênia, os cinéfilos pensam em florestas escuras com castelos sombrios onde vampiros se escondem. Herança do Drácula de Bram Stockler. Para os que se dedicam à política e à sociologia, a imagem de Nicolau Ceausescu vem à mente, com todas as atrocidades de uma ditadura à sombra da União Soviética. Para os que pouca curiosidade têm, a Romênia é um lugar que fica perto do fim do mundo, cheia de ciganos e onde se fala uma língua esquisita.
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terça-feira, outubro 13, 2009

ROMENIAMANIA
Quando o lugar é bom, a gente volta. E volta com muito prazer! Assim aconteceu comigo, quando decidi me juntar aos meus concunhados, Pedro e Hélia, que faziam um "tour" pelos Bálcãs, quando chegaram à Bucareste. Lá nos encontramos, no simpático Hotel Flower BB, dia 26 de setembro, e, depois de passarmos dois dias pela capital romena, que já conhecia da minha primeira viagem, iniciamos nossa grande viagem exploratória a um dos países mais lindos da Europa oriental, ainda desconhecido por muitos turistas.
Viajamos de carro por vales e montanhas, vilas e cidades, atravessamos planícies e rios e inúmeros riachos, numa velocidade que variava de 10 a 9okm/hora até 120km/hora, nas autoestradas. Subimos a serra para a Transilvânia, atravessamos gargantas de montanhas dos Cárpatos, nos deparamos com lagos silvestres, apertados entre montanhas, e chegamos ao extremo norte do país, na região da Bucovina, onde se encontram os monastérios pintados, tombados pela Unesco, como Patrimônio da Humanidade, na Moldávia romena.
Na Transilvânia, visitamos Brasov, onde passamos dois dias, e, antes disso, como não poderia deixar de ser, passamos pelo castelo de Vlad Tepes (Vlad, o empalador), que inspirou o escritor irlandês Bram Stocker a criar o maldito personagem conhecido mundialmente como o Conde Drácula.
Como se isso tudo já não bastasse, deixamos a Romênia pelo lado ocidental, depois de visitarmos a pequena cidade medieval de Sighisoara, onde nasceu o Drácula, e penetramos a Hungria para terminar nossa viagem na belíssima cidade de Budapeste.
Mais detalhes da viagem nos próximos posts.