PARIS

Estive em Paris, recentemente, para passar um fim de semana prolongado. Viajei no sábado e voltei na terça-feira, pela manhã. Fui com meu colega de Embaixada, Carlos, que , como eu, adora viajar, e ficamos hospedados em um hotel muito simpático, que Carlos já conhecia, bem perto da “Tour Eiffel”.
Um fim de semana em Paris, de preferência no verão, é um programa que gosto de reprisar todos os anos. Que cidade linda! Quantos encantos preservados nas grandes avenidas – “les grands boulevards”-, ou nas ruas adjacentes, algumas mais tranqüilas, com casarios de séculos passados que formam esquinas charmosas com os famosos “cafés” parisienses invadindo as calçadas. Essas ruas e avenidas desenham quadrados, triângulos, circunferências: “patchworks” geométricos, se vistas do alto, ora intercaladas por praças, parques, jardins e fontes públicas. Um caleidoscópio alucinante que, por sua vez, forma os distritos e bairros da cidade: “les arrondissements et quartiers”, como se diz por lá.

Estive em Paris, recentemente, para passar um fim de semana prolongado. Viajei no sábado e voltei na terça-feira, pela manhã. Fui com meu colega de Embaixada, Carlos, que , como eu, adora viajar, e ficamos hospedados em um hotel muito simpático, que Carlos já conhecia, bem perto da “Tour Eiffel”.
Um fim de semana em Paris, de preferência no verão, é um programa que gosto de reprisar todos os anos. Que cidade linda! Quantos encantos preservados nas grandes avenidas – “les grands boulevards”-, ou nas ruas adjacentes, algumas mais tranqüilas, com casarios de séculos passados que formam esquinas charmosas com os famosos “cafés” parisienses invadindo as calçadas. Essas ruas e avenidas desenham quadrados, triângulos, circunferências: “patchworks” geométricos, se vistas do alto, ora intercaladas por praças, parques, jardins e fontes públicas. Um caleidoscópio alucinante que, por sua vez, forma os distritos e bairros da cidade: “les arrondissements et quartiers”, como se diz por lá.
