FIM DE SEMANA LEGAL!
Estive em Düsseldorf, no final de semana, onde fiquei hospedado com Werner e Sílvia, meus amigos de longa data. Adoro ir àquela parte da Alemanha, tenho até razões sentimentais para gostar de lá: afinal vivi grande parte da minha vida entre Düsseldor, Colônia e Bonn.
Foi um fim de semana bem intenso. Tirei a sexta-feira livre (claro que aqui se desconta nas férias) e aproveitei os vôos baratos para rever esse casal que gosto muito e , juntos, fazermos uma porção de coisas por lá. Na verdade, nos concentramos mais na área cultural, porque só de museus vimos 3 grandes museus de arte contemporânea. E que museus!
Na sexta-feira, fomos visitar o Museu Marta Herford. O nome Marta, aqui, não é nome de mulher nenhuma, significa as iniciais das palavras “Modern”, “ART”, “Architecture”, que é ao que se propõe o museu. O espaço é fantástico, novinho em folha, construído pelo peso-pesado dos arquitetos, Frank Ghery, o mesmo que construiu o museu de Bilbao. Aliás, o tal Museu Marta Herford é muito parecido com o de Bilbao. O curioso é que fica numa cidade de província, Herford (a complementação do nome do museu), no Estado da Vestfália do Norte. É incrível como a cidadezinha investiu bonito num maravilhoso museu. O curador do museu também é outro peso-pesado das artes plásticas: Jan Huet, que já foi curador da Documenta IX e dirigiu museus famossísimos na Europa. O cara criou uma exposição superinteressante chamada “Heroes”, que trata do mito herói em diferentes épocas e perspectivas, tudo isso, é claro, com obras contemporâneas, em evidência.
Estive em Düsseldorf, no final de semana, onde fiquei hospedado com Werner e Sílvia, meus amigos de longa data. Adoro ir àquela parte da Alemanha, tenho até razões sentimentais para gostar de lá: afinal vivi grande parte da minha vida entre Düsseldor, Colônia e Bonn.
Foi um fim de semana bem intenso. Tirei a sexta-feira livre (claro que aqui se desconta nas férias) e aproveitei os vôos baratos para rever esse casal que gosto muito e , juntos, fazermos uma porção de coisas por lá. Na verdade, nos concentramos mais na área cultural, porque só de museus vimos 3 grandes museus de arte contemporânea. E que museus!
Na sexta-feira, fomos visitar o Museu Marta Herford. O nome Marta, aqui, não é nome de mulher nenhuma, significa as iniciais das palavras “Modern”, “ART”, “Architecture”, que é ao que se propõe o museu. O espaço é fantástico, novinho em folha, construído pelo peso-pesado dos arquitetos, Frank Ghery, o mesmo que construiu o museu de Bilbao. Aliás, o tal Museu Marta Herford é muito parecido com o de Bilbao. O curioso é que fica numa cidade de província, Herford (a complementação do nome do museu), no Estado da Vestfália do Norte. É incrível como a cidadezinha investiu bonito num maravilhoso museu. O curador do museu também é outro peso-pesado das artes plásticas: Jan Huet, que já foi curador da Documenta IX e dirigiu museus famossísimos na Europa. O cara criou uma exposição superinteressante chamada “Heroes”, que trata do mito herói em diferentes épocas e perspectivas, tudo isso, é claro, com obras contemporâneas, em evidência.
Já no sábado, o programa ficou em Düsseldorf mesmo, porque tinha que me encontrar com a minha amiguinha capixaba Rosi, que mora lá, enquanto não está fazendo suas viagens de artista com compromissos de exposições em Tóquio, Munique ou , como mais recentemente, em New York. A menina está indo longe; assim é que gosto! Werner e Sílvia me acompanharam ao encontro com Rosi, já que Sílvia estava mesmo planejando me mostrar o K21, onde a gente combinou de se encontrar, que é um espaço sensacional totalmente dedicado à arte contemporânea de vanguarda. O prédio, um antigo estabelecimento público de arquitetura neo-clássica foi totalmente renovado, no interior, com amplas salas de exposição, um café-bistro supersimpático (que já é uma obra de arte em si), loja, auditório, etc... O destaque da arquitetura fica por conta do teto. O arquiteto praticamente não tocou na arquitetura neo-clássica exterior, mas o teto foi refeito em material transparente, que visto de longe não intererfere com o estilo clássico do prédio. Mas, lá de cima, o ambiente gigantesco com obras de artes superdimensionadas dá ao visitante a ilusão de estar ao ar-livre admirando o que lá está exposto e o magnífico panorama da cidade. Gostei muito do K21, K de Kunst (arte, em alemão) do século 21, que é a seqüência do K20, outro espaço de arte contemporânea da cidade dedicado à arte do século 20.
O domingo foi também bem intenso. Acordamos tarde, pois fomos convidados , no sábado à noite, para um jantar na nova residência do cônsul de Portugal em Düsseldorf. Comida boa, companhia agradável, resultado: fomos dormir já pela madrugada. Mas, depois do café da manhã do domingo, partimos para mais um tour cultural. Este do tipo algo que supera tudo visto antes. Fomos a Duisburg, uma cidade vizinha a Düsseldorf, para visitar o também novo museu Küppersmühle”. Numa área, antes abandonada do caís do porto de Duisburg, foi restaurado um prédio que funcionava como moinho e depósito de cerais à margem do rio que escoava as riquezas daquela região. A área foi totalmente reurbanizada com residências, restaurantes e ambientes de lazer, dentre outros, com esse fabuloso museu. O lugar é incrível.

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